Bruna Marquezine é uma paixão nacional. Por enquanto, porque ela pode conquistar o mundo, se quiser. Esteve no Festival de Cannes, onde ganhou as manchetes internacionais, que classificaram sua passagem pela Croisette como incendiária e espetacular; torceu em Paris no dia da convocação da seleção de Tite e roubou a cena na amfAR, em São Paulo, em jantar beneficente dedicado ao trabalho do Instituto Neymar Jr. Voltando um pouco no tempo, viajou no Ano-Novo para Fernando de Noronha, quando seu relacionamento ganhou mais um capítulo, e levou o título informal de Rainha do Carnaval carioca após desfilar em bloco de rua com traje revelador e brincos que carregavam as iniciais “B” e “N”. O fato de ser um exemplo e um objeto de desejo aceleraram sua realidade a uma edição de reality show, Marquezine reside em fast forward; Bruna segue no tempo de hoje. Além da rapidez, há o que supõem que vá fazer bem logo, como abrir mão da carreira para morar na capital francesa. “Não seria uma necessidade para que o relacionamento desse certo. Por que sempre tem que ter um próximo passo e o presente não é suficiente? Eu consigo conciliar a loucura do meu trabalho com a loucura do meu namoro e não entendo a necessidade de correr com tudo. É claro que espero que a gente more junto um dia”.