"Eu só subo no palco e canto", disse Belo, 45, na tarde deste domingo (19), minutos antes de realizar seu show no estádio da Fonte Nova, em Salvador, durante ensaio de Carnaval da banda Parangolé.

"Isso é do meu departamento administrativo e do meu departamento Jurídico. Existem muitas histórias infundadas e toda hora é uma história. Não presto mais atenção nisso, porque a minha carreira está há 25 anos aí, se fosse parar para ficar analisando essas coisas eu não estarei nem trabalhando. Não estaria nem vivendo. Tenho uma família, quatro filhos, três netos, sogra, mãe... Eu só subo no palco e canto", completou.

A declaração é em referência a mais um capítulo da disputa jurídica envolvendo o cantor com o ex-jogador e comentarista de futebol da Band, Denilson de Oliveira Araújo.

Tudo começou em 2010 quando Denilson virou empresário da Banda Soweto, e Belo deixou o grupo de pagode. O ex-jogador entrou com uma ação por rompimento de contrato e, quatro anos depois, Denilson venceu o processo. A Justiça determinou pagamento de uma indenização, que até hoje não foi paga e já está em torno de R$ 5 milhões.

Em dezembro de 2019, Denilson entrou na Justiça de São Paulo para que a renda do cantor em plataformas musicais fosse bloqueada para pagamento da dívida. A reportagem, o advogado de Denilson, Marco Roberto Barreto, explicou nesta semana que o pedido envolve todas as plataformas que comercializam as músicas do cantor: YouTube, Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music, entre outros. De acordo com a reportagem, todas já foram oficializadas com o pedido de retenção de renda. Além da dívida com Denilson, Belo também tem problema na Justiça envolvendo duas casas em que ele e a mulher, Gracyanne Barbosa, moravam em São Paulo.