Justiça nega trancar investigação de estupro contra Felipe Prior

A Justiça de São Paulo negou, nesta terça-feira (14), em caráter liminar (provisório) o pedido de trancamento de inquérito feito pela defesa do ex-BBB e arquiteto Felipe Prior, 27, acusado de estupro e tentativa de estupro por três mulheres.
Segundo a defesa do arquiteto, a decisão foi da magistrada Carla Santos Balestreri, que solicitou informações à autoridade policial sobre o inquérito em andamento, para apenas depois pedir o parecer do Ministério Público e então julgar o mérito da ação.
A defesa de Prior voltou a afirmar que ainda não teve acesso ao inquérito que foi instaurado pela Delegacia da Defesa da Mulher de São Paulo e que já teria ouvido as três vítimas. O arquiteto nega qualquer participação nesses crimes.
"Ele reafirma a sua inocência à exaustão, eis que nunca praticou qualquer ato de violência sexual contra ninguém", já havia afirmado sua assessoria. "A equipe jurídica de Felipe está tomando todas as medidas cabíveis sobre aqueles que o acusam de qualquer ato que não cometeu".
A denúncia feita pelas três jovens vieram a público apenas após a eliminação de Prior do BBB 20, no início deste mês. Os crimes teriam acontecido entre 2014 e 2018 e foram noticiados pela revista Marie Clare. Os relatos foram confirmados à reportagem pela advogada Juliana de Almeida Valente, que representa as vítimas.




