Língua solta, Maria Zilda vira pesadelo da Globo e de artistas

O momento em que Maria Zilda Bethlem acende o cigarro durante uma live é o prenúncio de uma revelação bombástica, provocação ou simplesmente de uma história divertida sobre os bastidores da TV.Metralhadora de verdades até então secretas, a atriz criou um programa de entrevistas no Instagram para conversar com amigos e colegas de trabalho. Mas esses encontros virtuais descontraídos viraram um pesadelo para alguns artista.
Atriz que fez praticamente uma novela por ano entre as décadas de 1970 e de 2000, Maria Zilda virou uma contadora de causos na web. Maitê Proença, Ary Fontoura, Raul Gazolla e atores novatos já foram alvos de comentários sincerões.Em um dos capítulos mais recentes dessas revelações, a atriz soltou que Maitê gosta muito de dinheiro e que "ela só faz live se pagarem".Em uma de suas primeiras lives, feita com Elizângela, Maria Zilda resolveu contar sobre uma conversa que teve com Ary Fontoura quando eles trabalharam juntos pela primeira vez na novela Nina, em 1977. Segundo a atriz, o colega revelou que era "viado".
Mas temas não faltam nas conversas. Divertida, sem filtros e sincerona, Maria Zilda deixa seus convidados dispostos a se abrirem sem julgamentos.A própria Globo virou assunto nas lives. Ao reclamar dos pagamentos que a emissora faz para os atores pelas reprises dos folhetins, a atriz citou que a TV tinha uma empresa na América Central para intermediar a venda desses produtos e, assim, repassar valores menores para o elenco. Além disso, ela e Elizângela falaram que o canal Viva paga "esmolas" pelas tramas reprisadas na TV paga.




