Novo álbum de Taylor Swift fala da mãe, sexismo e DiCaprio

Uma carta de amor ao amor. Assim Taylor Swift, 29, definiu seu novo trabalho de estúdio, "Lover", lançado na última sexta-feira (23).
Três das 18 músicas que compõem o álbum já possuem clipe. A primeira foi a parceria com Brandon Urie, da banda PANIC! At The Disco, intitulada "ME!".
Na sequência, Swift lançou "You Need To Calm Down", um hino LGBT que contou com a presença de Ellen Degeneres, Laverne Cox, Ru Paul dentre outras personalidades. Foi neste vídeo que Swift e Katy Perry ergueram bandeira branca e declararam paz, após todos os desentendimentos do passado.
O videoclipe mais recente da artista foi "Lover", música que dá o título ao álbum. A cantora, que tem fama de expor seus relacionamentos em composições, escreveu a canção ao atual namorado, Joe Awyn, com quem está há três anos. "Já te amei por três verões, mas quero amar por todos eles", canta Swift.As referências a famosos não param por aí: na faixa de número 4, "The Man", Swift declara o que faria se fosse um homem. A revista Forbes considerou a música um relato sobre sexismo, o mais importante trabalho da carreira da cantora. Ela canta "Eu seria como Leo em Saint-Tropez", referência as viagens badaladas de Leonardo DiCaprio ao local.Mas a faixa mais pessoal, com a participação do trio Dixie Chicks, é "Soon You'll Get Better", que relata os momentos que a família passou no hospital durante a doença da mãe da cantora, Andrea Swift. Mama Swift trata um câncer desde 2015 e, segundo a cantora, essa foi a música mais difícil de lançar. "Eu não posso cantar essa canção. É muito difícil lidar emocionalmente com ela", contou durante o lançamento de "Lover".
Antes do lançamento, o álbum já havia vendido cerca de 1 milhão de cópias. Nas primeiras 10 horas do lançamento, todas as faixas do disco estavam no top 100 da Itunes norte-americana. Após "Reputation", sexto álbum da cantora e o menos rentável até o momento, "Lover" é a reinvenção de Taylor Swift.




